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Notícia - Diminuem os trabalhadores domésticos, mas há mais carteiras assinadas
Diminuem os trabalhadores domésticos, mas há mais carteiras assinadas

O número de trabalhadores domésticos no Brasil caiu no ano passado em relação a 2012. De acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2013, havia 6,7 milhões de empregados domésticos contra 6,8 milhões em 2012.

Por outro lado, aumentou o número de trabalhadores domésticos com carteira assinada. No ano passado, havia 2,14 milhões de empregados domésticos formalizados contra 1,92 milhão em 2012.

O rendimento para esses trabalhadores também subiu. O salário médio dos empregados domésticos com carteira assinada passou de R$ 857 para R$ 877 (alta de 2,3%), já o rendimento dos trabalhadores domésticos sem carteira assinada foi de R$ 519 para R$ 545 (alta de 5%).

Setor privado

Formado por 36,8 milhões de pessoas em 2013, o contingente de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado registrou acréscimo de 1,3 milhão de trabalhadores, o que representou aumento de 3,6% nessa modalidade em relação a 2012. Em relação a 2008, quando o contingente era de 30,2 milhões, o crescimento foi de 22%.

Em relação à carga horária dos trabalhadores, diminuiu o número de pessoas que trabalhavam entre 15 e 39 horas por semana (de 19,53 milhões em 2012 para 18,91 milhões em 2013) e das pessoas que trabalham 49 horas ou mais por semana (de 14,66 milhões em 2012 para 132,72 milhões no ano passado).

Idade

O levantamento do IBGE mostra ainda que os grupos com pessoas entre 30 a 59 anos de idade registravam os maiores percentuais de ocupados. Em 2013, 26,2% dos ocupados tinham de 30 a 39 anos de idade; 22,0%, de 40 a 49 anos de idade; e 15,3%, de 50 a 59 anos de idade.

Já as pessoas entre 15 e 29 anos de idade apresentaram tendência de redução de participação, enquanto aqueles com pessoas acima de 30 anos de idade, elevação. Entre as pessoas de 40 a 49 anos de idade, houve estabilidade no período.

Instrução

Na distribuição da população ocupada em 2013, segundo o nível de instrução, predominaram os ocupados com ensino fundamental incompleto ou equivalente (25,7%) e os com ensino médio completo ou equivalente (30,4%).

Na comparação com 2008, foram essas mesmas escolaridades que apresentaram as variações mais acentuadas. No caso da participação de ocupados com ensino fundamental incompleto, houve redução de 6,6 pontos percentuais.

Por outro lado, o crescimento entre os trabalhadores com ensino médio completo ou equivalente foi de 4,1 pontos percentuais. Destaca-se também a elevação de 3,8 pontos percentuais na participação de ocupados com ensino superior completo desde 2008.

Setor

Em 2013, 46% dos ocupados atuavam no setor de serviços, o que correspondia a 44,1 milhões de trabalhadores. Em 2012, esse percentual havia sido de 45,1%, com 43 milhões de pessoas.

O comércio e reparação, com aproximadamente 17,1 milhões de pessoas (17,9% dos ocupados), foi o segundo grupamento de atividade com o maior contingente, cujo crescimento, frente a 2012, foi de 1,1% (aumento de 189 mil trabalhadores).

Os trabalhadores das atividades agrícolas, em 2013, totalizavam 12,8 milhões de pessoas, o que representou uma redução de 728 mil trabalhadores em relação a 2012, isso é, queda de 5,4% no contingente. Essa atividade respondia por 13,4% dos ocupados em 2013 e 14,2% em 2012. Em 2011, esta proporção havia sido de 15,7%.

Com 12,9 milhões de trabalhadores, a indústria registrou queda da participação na população ocupada: de 14% em 2012 para 13,5% em 2013. Essa retração de 0,5 ponto percentual resultou na redução de 470 mil trabalhadores no contingente dessa atividade, ou seja, queda de 3,5%.

Os trabalhadores da construção respondiam por 9,2% da população ocupada em 2013. Em 2012, o percentual era de 8,7%. Com 8,8 milhões de trabalhadores em 2013, essa atividade manteve trajetória de crescimento, com elevação de 493 mil pessoas (5,9%) na comparação com 2012.

Em relação a 2008, os grupamentos dos serviços e da agricultura apresentaram as maiores variações. No primeiro caso, houve crescimento de 3,4 pontos percentuais (de 42,6% para 46%) da população ocupada, enquanto, no segundo, a redução foi de 3,7 pontos percentuais (de 17,1% para 13,4%).

Fonte: R7
 
     
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