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NotŪcia - Para especialistas, demiss√£o por justa causa de dom√©sticos pode crescer
Para especialistas, demissão por justa causa de domésticos pode crescer

Representantes dos trabalhadores dom√©sticos e advogados trabalhistas temem que ocorra um aumento das demiss√Ķes por justa causa para que os patr√Ķes possam reaver o valor recolhido para a multa do FGTS.

O Senado aprovou na quarta (6) o recolhimento mensal, pelos patr√Ķes, de 3,2% do sal√°rio do dom√©stico, que ficar√° reservado para o momento da demiss√£o. Se n√£o houver justa causa, o saldo, correspondente a 40% do FGTS, ser√° passado ao empregado.

Nas demiss√Ķes por justa causa, por√©m, o dinheiro ser√° devolvido ao patr√£o.

"Quem garante que vai haver fiscalização para que se cumpra de fato esse benefício e os outros aprovados?", diz Creuza de Oliveira, presidente da federação nacional das domésticas. "Não podemos generalizar, mas pode ter empregador que irá forjar a justa causa. Em vez de beneficiar, nesse aspecto pode prejudicar a trabalhadora."

Advogados trabalhistas veem o mesmo risco, mas consideram difícil comprovar a justa causa na Justiça.

Para os advogados Afonso Paciléo e Fabíola Marques, a ausência de testemunhas é uma das maiores dificuldades. Nesse caso, provas documentais, como advertências, são necessárias.

Sérgio Schwartsman ressalta que, se o empregado contestar na Justiça a justa causa e o patrão não conseguir comprová-la, ele terá que devolver o valor da multa, fora os custos do processo.

Estimativa da Lalabee, empresa que atua na gestão de cálculos trabalhistas, mostra que o aumento de custos com benefícios aprovados para os domésticos (FGTS, INSS, multa e seguro para acidente) pode chegar a 67%.

Esse impacto considera um salário de R$ 1.200 e 8% de INSS, 0,8% de seguro por acidente de trabalho, 8% de FGTS, além de 3,2% mensais para a multa. O cálculo não inclui o INSS do funcionário.

Hoje o patrão é obrigado a pagar 12% de INSS (R$ 144, no exemplo acima).

Com os benefícios aprovados, passará a pagar R$ 240 (inclui FGTS, INSS, multa e seguro). "Para quem já pagava o FGTS, o impacto, no entanto, é zero", diz Marcos Machuca, da Lalabee.

O aumento desses custos pode levar a demiss√Ķes no setor, avalia o professor Eduardo Coutinho, do Ibmec/MG. "O cen√°rio no curto prazo n√£o √© positivo. O dom√©stico recebe sal√°rio de quem tamb√©m recebe sal√°rio (patr√£o)", diz.

Margareth Carbinato, presidente do sindicato dos patr√Ķes em SP, tamb√©m questiona o aumento de encargos. "Com as atuais condi√ß√Ķes econ√īmicas, como se concede mais direitos para os dom√©sticos enquanto os patr√Ķes est√£o perdendo o emprego?".

Um dos maiores custos para o empregador, segundo ela, será o pagamento do adicional noturno (20%). "Para os cuidadores de idosos, a saída é contratar profissionais que atuem como microempreendedores individuais."

Fonte: Folha de SP
 
     
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