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NotŪcia - Dom√©stica come√ßa a sentir queda no sal√°rio em S√£o Paulo
Doméstica começa a sentir queda no salário em São Paulo

As estatísticas oficiais ainda não captaram, mas as agências de emprego em São Paulo já começam a constatar o achatamento no salário do trabalhador doméstico.
A crise est√° trazendo de volta ao mercado pessoas que nos anos de crescimento econ√īmico haviam conseguido empregos melhores.
O n√ļmero de candidatos a vagas de trabalho dom√©stico mais do que dobrou em 2015 em rela√ß√£o ao ano passado na Ag√™ncia Amarelo, segundo Silvia Almada, s√≥cia da empresa. "At√© 2014, atend√≠amos cerca de vinte interessados por semana. Hoje s√£o dez por dia", afirma.


Para a empresária, o aumento do desemprego em outras áreas elevou a oferta de mão de obra e desencadeou um movimento de redução nos salários dos domésticos.
"No segmento em que eu atuo, empregadas estavam ganhando cerca de R$ 2.500 para dormir na casa do patrão até o ano passado. Agora estão se contentando com R$ 2.000. Babás ganhavam R$ 3.000 para dormir e por volta de R$ 2.500 para ir e voltar. Agora estão fechando por R$ 2.500 para dormir e até por R$ 1.200 para ir e voltar, um valor que não se pratica há anos nessa faixa social", diz.
O piso salarial de uma empregada doméstica na região metropolitana de São Paulo é de R$ 905, segundo o sindicato da categoria. Já para babás, o piso é de R$ 1.000, o mesmo das cozinheiras.
Maria Solange Lima, 47, é um exemplo de trabalhadora que teve de aceitar uma remuneração inferior à que ganhava em anos anteriores.
Desde 2013, ela ganhava cerca de R$ 3.000 para dormir na casa dos patr√Ķes de segunda a sexta-feira. No fim do ano passado, pediu demiss√£o porque j√° n√£o queria mais dormir no emprego.
Quando voltou a procurar trabalho, neste ano, percebeu que os salários para babás que não dormem no serviço estavam em torno de metade do valor que ela ganhava. Ela passou dois meses procurando até encontrar uma vaga em Moema, por R$ 1.700.
QUEDA NA DEMANDA
"A procura caiu, puxando uma baixa geral nos salários", afirma Afonso Paciléo, advogado trabalhista e dono da agência Maria & Cia. Na empresa, babás que ganhavam cerca de R$ 3.000 em 2013 estão aceitando agora R$ 2.200. Cozinheiras que pediam R$ 2.500 estão se contentando com R$ 1.800.
Segundo Pacil√©o, quando a PEC entrou em vigor, em 2013, houve muitas demiss√Ķes. "Antes da PEC, as pessoas ganhavam sal√°rios melhores, mas n√£o contabilizavam hora extra, por exemplo. Ficou pesado para os patr√Ķes pagarem tudo que deviam em cima de sal√°rios que estavam muito acima do m√≠nimo, ent√£o o que houve foi uma onda de demiss√Ķes e recontrata√ß√Ķes de outros funcion√°rios por valores mais baixos, s√≥ que com mais direitos," diz.
"O que vemos agora não é isso. Acho que a baixa dos salários é reflexo da crise e do desemprego, não da PEC."
Clientes que não querem lidar com a burocracia imposta pela nova legislação também passaram a preferir acumular diaristas. "Há casos de clientes que preferem ter duas diaristas indo duas vezes por semana cada a ter uma mensalista. Não vale a pena porque o valor da diária é alto [a partir de R$ 120, na Maria & Cia], mas algumas pessoas não querem criar um vínculo trabalhista", afirma Paciléo.
Fonte: Folha de SP
 
     
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