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Notícia - Desemprego tem maior taxa para o mês de julho em seis anos Em um ano taxa subiu de 4,9% para 7,5%, no sétimo mês seguido de alta. Na contramão, mercado de empregadas domésticas não para de contratar.
Desemprego tem maior taxa para o mês de julho em seis anos Em um ano taxa subiu de 4,9% para 7,5%, no sétimo mês seguido de alta. Na contramão, mercado de empregadas domésticas não para de contratar.

O desemprego subiu rápido e está durando mais tempo nas seis principais regiões metropolitanas, o que não é comum nessa época do ano. Em um ano a taxa subiu de 4,9% para 7,5%, foi o sétimo mês seguido de alta, o que dá um aumento de 56% no desemprego. É a maior taxa para o mês de julho em 6 anos.
Essa foi a primeira vez em 12 anos que o trabalho com carteira assinada no setor privado caiu. Isso mostra uma tendência de alta do mercado informal.
Setor aquecido
Na contramão, tem um mercado que está crescendo e que não para de contratar: o mercado de empregadas domésticas, de diaristas. Os novos direitos, que agora são reconhecidos em lei, estão atraindo trabalhadores até de outros setores.
Maria Laura trabalha fora e nem sempre consegue deixar a casa em ordem. A publicitária bem que tentou contratar uma empregada doméstica para ir todos os dias, mas quem disse que encontrou. ”Está difícil encontrar no mercado, você não encontra muito fácil”, diz.
Quem é que não gosta de ficar em casa com tudo limpinho, tudo organizado? Mas muita gente não gosta de fazer esse serviço doméstico ou trabalha fora e não tem tempo. Quem se dispõe a passar, lavar e limpar não fica parado não.
O setor de serviços domésticos é um dos poucos que não estão demitindo. Em julho, o número de contratações aumentou em relação ao mesmo período do ano passado.
"Não teve queda, não teve reclamação nenhuma de que está faltando emprego", afirma a diretora do Sindicato de Trabalhadores Doméstico Beloni Passoni.
O especialista em mercado de trabalho Cleber Magalhães explica por que o setor está aquecido: “Isso se deve a dois fatores: primeiro que é o PEC das Domésticas, que reconhece a ela praticamente 20 direitos legais, então isso passa a ser legalizado como qualquer outra profissão. E no segundo momento, é que as famílias continuam trabalhando fora, né? E precisa de alguém que zele pelos cuidados do lar”, explica.
Edna Bezerra começou a trabalhar como diarista há dez anos e nunca mais ficou desempregada. Ela tem serviço todos os dias e vive dispensando novas ofertas: “Tem gente que me liga esperando se eu tenho uma folga, se eu vou ter algum dia disponível: ‘Assim que você tiver um dia você me liga’. Então tem gente me esperando na fila”, relata.
A Edna já trabalhou como costureira, com carteira assinada e tudo. Mas pergunta o que ela prefere: “Hoje eu estou ganhando bem mais do que com carteira assinada. Faço meu horário, se eu preciso ir no médico o patrão me libera, não tenho problema nenhum”, afirma.
Fonte:Globo.com
 
     
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